segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Um conselho de leitura: «A Biblioteca de Paris»

Ano novo, novas leituras.

Eis mais uma:


A Biblioteca de Paris é um livro de Janet Skeslien Charles que nos narra a época em que a cidade de Paris ficou sujeita ao regime nazi, após a invasão de França pelas tropas de Hitler, e as dificuldades e a luta de quem trabalhava na Biblioteca Americana de Paris para continuar a enviar livros aos soldados que estavam na frente de combate ou prisioneiros, conjuntamente com a história de uma jovem norte-americana que tenta descobrir quem é a sua vizinha misteriosa, ao mesmo tempo que lida com os seus próprios problemas de adolescente.


   

Um bom novo ano letivo de 2021-2022

As nossas boas-vindas a todos os alunos, professores e funcionários do nosso Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado, com a esperança de um ano letivo pleno de sucessos e de saúde, é o que desejam os professores bibliotecários e restantes elementos das equipas das bibliotecas escolares do nosso agrupamento.


   

terça-feira, 20 de julho de 2021

ESSAC 1990/1991 - O festival «De cá e de lá»

Filmagens do festival «De Cá e De Lá», que encerrou um projeto intitulado A ESSAC e os Descobrimentos, e que foi desenvolvido durante o ano letivo de 1990/1991.





   


terça-feira, 6 de julho de 2021

ESSAC - O primeiro Projeto Educativo de Escola

Festividades relacionadas com o primeiro Projeto Educativo da Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, filmadas pelos alunos do Curso Tecnológico de Comunicação - finais dos anos 1990.



   

 







ESSAC - Desfile «O traje através da História»

Desfile e dança com o título «O traje através da História», organizada no âmbito da disciplina de História, por alunos do professor Jorge Carvalho, filmado por alunos do Curso Tecnológico de Comunicação, na Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, atualmente Escola Secundária José Cardoso Pires.


   

 

ESSAC - A sala de professores em finais dos anos de 1990

Passagem de testemunho no Conselho Diretivo da Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, num encontro na sala de professores. Data incerta, finais dos anos 1990.


   
 

segunda-feira, 5 de julho de 2021

ESSAC - A Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros - uma apresentação em retrospetiva

Apresentação da então Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, hoje Escola Secundária José Cardoso Pires, filmada e editada pelos alunos do 12º ano do Curso Tecnológico de Comunicação. Datado de 2006 (?).




   
 

domingo, 4 de julho de 2021

ESSAC: Rally Paper 1999

Dois vídeos que mostram um Rally Paper com professores e funcionários da então Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, presentemente Escola Secundária José Cardoso Pires, do Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado.

Datados de 1999, foram filmados por alunos que frequentavam na altura o 12º ano do Curso Tecnológico de Comunicação.

Parte 1


Parte 2



   


sábado, 3 de julho de 2021

Memórias da ESSAC / ESJCP

Um vídeo que nos mostra imagens da antiga Escola Secundária de Santo António dos Cavaleiros, presentemente Escola Secundária/3 José Cardoso Pires, do Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado.

O vídeo foi editado aquando do 20º aniversário deste escola, em 2010, e contém imagens obtidas em diferentes anos e locais.


   

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Conselhos para os exames - I


Deixamos aqui um artigo sobre os erros mais comuns que os alunos cometem nos exames e alguns conselhos sobre o que se deve fazer como preparação e durante a realização das provas.

Por exemplo, debitar uma resposta que o aluno memorizou, em vez de apostar na capacidade de pensar pela própria cabeça, não é uma boa solução. É um erro frequente nos exames.

Peça-se num exame que os alunos identifiquem com um “V” de “verdadeiro” as afirmações, entre várias apresentadas numa lista, que sustentem uma determinada hipótese. E é quase certo que todos identificarão com um “V” todas as afirmações que consideram verdadeiras – independentemente de apoiarem ou não a hipótese apresentada. E assim se falha uma resposta. O exemplo serve para ilustrar um dos erros frequentes dos estudantes quando fazem exames: não leem a pergunta até ao fim. Ganham minutos, mas perdem pontos.

Eis alguns erros e conselhos úteis. 

1. Não estudar com tempo

A verdade é que o tempo que os alunos dedicam a preparar-se para as provas é, muitas vezes, insuficiente. 

Muitos alunos deixam para a véspera das provas o estudo das matérias obrigatórias, revelando um estudo pouco sistemático, mal organizado, sem a elaboração prévia de resumos, os quais, quando realizados ao longo do ano letivo, simplificam muito a preparação mais específica e intensiva que antecede os exames.

O local de estudo também pode fazer a diferença, já que muitos alunos não estudam em ambientes propícios à concentração – não desligam a televisão, a Internet ou os telemóveis, por exemplo.

2. Stress a mais

Quando iniciam o estudo, é frequente entrarem em pânico face à enormidade da tarefa, o que os leva a situações de stress e, no limite, ao uso de fármacos que, supostamente, os auxiliarão a concluir com sucesso o que se pretende. Eis outro erro frequente.

Há que saber lidar de forma serena com a pressão ou expetativas que, muitas vezes, pais, professores ou os próprios colocam – e que, para alguns alunos, podem tornar-se parte do problema.

À medida que o exame se aproxima, os nervos aumentam. E, no dia da prova, ainda pior.

O excesso de tensão é um grande inimigo. Leva ao alunos a cometer erros, sobretudo se no exame se confrontam com algo “novo”, uma pergunta feita de forma diferente daquela que é habitual, por exemplo.

3. Ter excesso de confiança

Muitos alunos consideram que não precisam de fazer uma preparação “mais específica e direcionada” para os exames porque já conhecem a matéria, e acham, portanto, que não precisam de praticar.

Mas atenção ao excesso de confiança: a realização contínua de exercícios permite fazer um levantamento dos próprios erros, procurando superá-los e, além disso, obriga a analisar os critérios de correção dos exames, procurando responder à questão “em que é que eu não posso falhar?”

4. Ler só resumos

Cada vez mais se nota que os alunos não leem as obras integrais que são obrigatórias, notam alguns professores. Isto vale, nomeadamente, para quem está a preparar-se para o exame de Português. Os resumos das obras não chegam!

5. Ir de direta

Ir para o exame com uma noite mal dormida é um erro frequente. Aconselha-se que os alunos tenham pelo menos oito horas de sono e uma refeição decente antes do exame. Assim, a concentração e a capacidade de raciocínio estarão no seu máximo.

6. Não ler as perguntas

Até que chega aquele momento em que o professor distribui o exame. Às vezes oa alunos nem leem o enunciado completo. Consideram que a meio já tinham percebido o que era para responder, mas afinal acabam por enganar-se e falhar.

Como exemplo, tomemos uma pergunta de V/F (Verdadeiro/Falso) em que é necessário assinalar as frases que apoiam uma determinada hipótese. Muitos alunos partem do princípio que é para assinalar as frases como verdadeiras ou falsas, ignorando o segundo requisito do enunciado.

Não dedicar o tempo necessário à leitura das perguntas leva a erros de interpretação. Sem compreender bem o que é pedido, dificilmente se dá a resposta certa, e isto é verdade para todas as disciplinas.

7. Não planear as respostas

Para além de compreender as perguntas, é preciso “preparar e planear as respostas”. A resposta imediata por ser desajustada ou ‘ao lado’. É importante avaliar o que é mesmo “essencial” referir, e o que é “acessório” – sendo que o acessório também se pode incluir, e até pode ser relevante, em questões de desenvolvimento.

8. Debitar o que se decorou

Como não confiam na sua capacidade de raciocínio, muitos alunos desenvolvem na sua cabeça a resposta certa, e, como não confiam na sua capacidade de raciocínio, preferem procurar na memória alguma coisa que tenham ouvida na aula ou estudado no manual e que possa colar-se àquela situação. Apesar de nos exames se privilegiar a interpretação de fontes, devendo a informação dessas fontes ser integrada, de forma crítica, nas respostas, um número significativo de alunos continua a achar que o que interessa é “decorar a matéria” e “despejá-la” nas respostas. Isto dá origem a erros de análise – veem nas questões aquilo que querem ver, dando origem a respostas longas, mas que ficam muito aquém daquilo que se pretende”.

9. Não ser assertivo

Ser assertivo e objetivo dá pontos. Muitos alunos têm tendência para o excesso de informação numa resposta, tornando-a pouco assertiva. A objetividade é muito bem cotada num exame”.

10. Não gerir o tempo

O exame deve ser visto como um todo, mas a maioria dos alunos não é assim que lida com o enunciado da prova. Como não olham para o exame como um todo, mas como uma lista de questões, não planeiam com cuidado o tempo de que vão necessitar. Perdem, frequentemente, demasiado tempo com questões de nível mais elementar, que são menos pontuadas, acabando por não ter tempo suficiente para responder a questões mais complexas, que implicam uma maior reflexão.

Gerir o tempo não é coisa fácil. Ficar “bloqueado” numa resposta que parece supercomplicada também pode significar que não se tem tempo para responder a outras eventualmente mais fáceis.

Se um aluno acha que está a levar demasiado tempo com uma pergunta a que não está a conseguir responder, passe para outra, porque elas não têm todas o mesmo grau de dificuldade.

11. Não rever as respostas

É fundamental voltar a reler as respostas do exame, para perceber se existe coerência no que foi exposto e poder detetar erros e falhas.

12. Não usar as tabelas

Muitos alunos ignoram o recurso a documentos de apoio, como textos, tabelas, gráficos e exemplos, que constam de alguns enunciados, e que muito podem valorizar uma resposta.