segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Algumas das mais belas bibliotecas





Boletim sobre as bibliotecas

 
Boletim nº 95, datado de outubro de 2013.


Cartazes elaborados pelos alunos de OPI2: Os direitos do leitor

Os alunos de OPI 2 conceberam cartazes sobre os «Direitos do Leitor», segundo Daniel Pennac.

Sob a orientação da professora Ana Salazar, aqui ficam alguns dos cartazes produzidos pelos seguintes alunos:

Ana Martins
Carlota Fernandes
Carolina Melo
Fábio Félix
Pedro Magalhães
Tiago Lourenço
Zimael Gomes









quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cartazes elaborados pelos alunos de OPI 2 - 3ª parte

Agora foi a vez dos alunos de OPI 2 Edmar Gonçalves, e de mais trabalhos de Carlota Fernandes e Sara Lucas.
 
 




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cartazes elaborados pelos alunos de OPI 2 - 2ª parte

Seguem outros cartazes elaborados pelos alunos do segundo ano do
Curso de Educação e Formação de
Operador de Pré-Impressão
para o mês das Bibliotecas Escolares da Escola Secundária/3 José Cardoso Pires, integrada no Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado.

Sob a orientação da professora Teresa Pato, intervieram os alunos:

 Carolina Melo
Flávio Garcia
Mauro Guerra
Sara Lucas








 
 


sábado, 19 de outubro de 2013

Cartazes elaborados pelos alunos de OPI 2

Os cartazes seguintes foram elaborados pelos alunos do segundo ano do
Curso de Educação e Formação de
Operador de Pré-Impressão
para o mês das Bibliotecas Escolares da Escola Secundária/3 José Cardoso Pires, integrada no Agrupamento de Escolas General Humberto Delgado.

Sob a orientação da professora Teresa Pato, intervieram os alunos:

Ana Martins
Carlota Fernandes
Fábio Félix
Pedro Magalhães
Tiago Lourenço
Zimael Gomes
















quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mês das Bibliotecas Escolares - marcas de livros






Metas curriculares - livros digitais



Aqui fica mais uma página que contém ligações para versões digitais de livros que constam das metas curriculares do ensino básico.

Clique nesta ligação.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Jornal «Público» edita cópias das primeiras edições de livros antigos

O jornal Público começou a editar, na 3ª feira, dia 8 de outubro de 2013, cópias das primeiras edições de livros importantes para a história da literatura portuguesa, tendo estas edições o nome de facsimiladas.
 
A primeira obra editada foi a edição facsimilada de «Os Lusíadas», de Luís de Camões.
 
As obras originais, de onde foram realizadas as cópias, pertencem à Biblioteca da Universidade de Coimbra, sendo esta edição comemorativa dos 500 anos desta biblioteca.
 
A Biblioteca da Universidade de Coimbra foi mandada construir pelo rei D. João V, que reinou entre 1707 e 1750, ano da sua morte, tendo sido um dos reinados mais longos da história da monarquia portuguesa.
Este rei nasceu a 22 de outubro de 1689, sendo filho de D. Pedro II e de D. Maria Sofia de Neuburgo.
 
Foi um monarca defensor do absolutismo, não tendo reunido as Cortes uma única vez durante o seu reinado. Devido às grandes obras que promoveu no campo da arte, da literatura e da ciência, ficou conhecido por "o Magnânimo".
 
Na cultura merecem referência especial a Real Academia Portuguesa de História, fundada em 1722, e a introdução da ópera italiana, em 1731. D. João V desenvolveu ainda as artes menores (talha, azulejo e ourivesaria) e as artes maiores através de vários pintores e escultores que se deslocaram de Itália para trabalhar em Lisboa e Mafra. O Palácio-Convento de Mafra, mandado construir como forma de agradecer o nascimento do seu primeiro filho varão, e o Aqueduto das Águas Livres são dois exemplos de obras públicas de grande imponência. Deu nome a um período da história da arte portuguesa designado Barroco Joanino.
 
Fonte: D. João V. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-10-09].
Disponível na www: .
 

O escritor mineiro Luiz Ruffato foi o herói da cerimónia oficial da abertura da Feira do Livro de Frankfurt

Do jornal Público:

«Para o brasileiro Luiz Ruffato “escrever é um compromisso”. O autor de “Estive em Lisboa e lembrei-me de ti” (que é editado em Portugal pela Quetzal e Tinta da China) quer “afectar o leitor”, modificá-lo, para transformar o mundo. “Trata-se de uma utopia, eu sei, mas me alimento de utopias”, disse nesta terça-feira, na cerimónia oficial de abertura da Feira do Livro de Frankfurt, que este ano tem o Brasil como país convidado.
(...)
Falou do genocídio histórico dos índios, que em 1500 eram quatro milhões e hoje são 900 mil, das desigualdades sociais, da violência, do racismo, afirmando que a história do Brasil se tem alicerçado “quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença”. No final havia gente a aplaudir de pé.»

A notícia pode ser lida na íntegra aqui.